sábado, 17 de maio de 2025

Meu lugar preferido

Pedro Belem Monteiro Silva

Turma 61.

Olá! Meu nome é Pedro e meu lugar preferido é minha casa porque eu me sinto acolhido, bem aconchegado e feliz! Mesmo que todos os dias eu tenha que ajudar em casa com tarefas para minha mãe. A única coisa que eu queria que mudasse em minha casa seria que ela tivesse um pouquinho menos de vento. Mas é um lugar que eu entro, esqueço de todos os meus problemas e consigo dormir facilmente.

MEU LUGAR FAVORITO

 Laura Gonçalves Smidt

Turma 61

Dolmen da Oração

 

O Dolmen da Oração é meu lugar favorito porque me traz energia boa. Não sei o porque, mas toda vez que eu estou lá é a melhor coisa do mundo.  A vista é linda e a trilha é maravilhosa.

A trilha leva uns 37 minutos. Os 37 minutos mais lindos da minha vida! É muito lindo mesmo. Quando você chegar no final da trilha é lindo. As pedras são incríveis e perfeitas. Minha parte favorita!

A natureza fez aquilo tudo e é impressionante! A vista do mar é perfeita e o caminho é lindo! Tudo ali é perfeito.

É por isso que o Dolmen da Oração é meu Lugar favorito!

Meu lugar favorito

Manuella Machado Guimarães

Turma 61

 

Olá! Eu tenho mais de um lugar favorito! Meus lugares favoritos são: a praia dos Ingleses; a escola; minha casa; e o centro da cidade.

1.POR QUE? Porque eu acho a praia dos Ingleses bem calma nas tardes e agitada nas manhãs e a areia é macia e maleável.

2.POR QUE? Porque onde eu moro não tenho amigos e na escola eu tenho amigos para interagir.

3. POR QUE? Porque na minha casa é onde eu posso me expressar, ficar tranquila e sem preocupações.

4.POR QUE? Porque no centro me sinto confortável para brincar. Tem muitas lojas para entrar, pessoas, movimento e eu gosto de ver movimento.

MEU LUGAR FAVORITO

Angie Gabriela Triana Contreras

TURMA 61

Porque eu gosto da ponte Hercílio Luz.

A ponte Hercílio Luz é muito bonita de se ver de dia ou de noite. De dia dá para ver os pássaros e os barcos e à noite dá para ver as luzes ligadas. É super lindo! É por isso que eu gosto da ponte Hercílio Luz.

Onde fica? No centro de Florianópolis, ligando o Parque da Luz à área continental.

Como é o caminho pra lá? Saindo do norte da ilha pode durar 52 minutos, mas quando chega o verão o trânsito é horrível, mas o caminho é legal! Às vezes a gente pode ver alguns animais como: vacas, bois, cavalos, capivaras e pássaros, entre outros animais que você pode ver no trajeto.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Índios no Brasil

Manuela Vasconcelos dos Santos.
Aluna da turma 71.

Hoje em dia algumas pessoas ainda têm uma visão muito limitada sobre os índios. Elas acham que todo índio usa tanga, argolas na boca, se pintam e usam penas na cabeça, mas eles são como nós. Eles acham que os índios não podem ter os mesmos direitos que nós.
Agora eu sei que os índios ainda "lutam" por seus direitos, alguns vivem na cidade e outros ainda na "mata" mas com casas mais estruturadas. Em suas escolas é ensinado mais da cultura indígena, porque antigamente foi "perdido" um pouco dessa cultura e modos de vida, nas escolas indígenas são ensinadas suas línguas que eram usadas para se comunicar entre si e entre suas aldeias e povos.
Dizem que eles têm muitas terras, mas muitas terras deles foram dominadas pelos colonos. E se sentir índio é saber que você faz parte da cultura deles e que o povo brasileiro foi construído pela cultura e modo de vida deles. A cultura deles também faz parte da nossa.

sábado, 2 de setembro de 2017

ÍNDIOS NO BRASIL

Por Laura Charara
Aluna da turma 71

Eu achava que... índios não faziam nada, viviam no meio do ‘’mato’’.
Agora sei que... os índios, em certa época, foram proibidos de usar qualquer elemento de sua cultura nativa, sofreram a imposição de outra cultura e lutaram até o fim para manter a cultura deles. Achava que simplesmente usavam ‘’coroas de penas’’ e ‘’argolas’’ por aparência, mas os filmes fizeram-me questionar o porquê de tudo aquilo.
Não me orgulho, mas achava que só existiam 5 ou 10 tribos com a mesma cultura e língua, mas agora sei a tamanha diversidade cultural. Achava que os índios não faziam nada e se diziam índios para não trabalhar e agora sei que na aldeia trabalham e é a cultura deles a maneira na qual se acostumaram a viver desde pequenos.
As pessoas falavam como se a cultura deles fosse errada e a dos outros a certa, eu ficaria muito ofendida realmente e não trocaria minha cultura por nada, a cultura é o modo de mostrar meu jeito, minha personalidade e meu modo de viver e pensar.
Eu acho que todos nós deveríamos nos orgulhar dos índios, pessoas com sua cultura forte até hoje e que continuaram firmes. Os índios hoje educam as suas crianças com sua real cultura.
Sei que hoje os índios trabalham, mas não deixam de ser índios, mesmo na cidade, porque, aliás, hoje os índios não são como eu pensava “BICHOS DO MATO”  ou “ANIMAIS” são como pessoas modernas, com celulares e televisões são índios “MODERNIZADOS”, mas ainda são índios, pois, querendo ou não, absorvem um pouco da cultura usada pela maioria da sociedade.
Eu particularmente não sabia dessa imposição da nova cultura, que o Brasil se formou no meio da violência e da brutalidade. Agora sei que existem mais de 180 línguas e muitas culturas diversas, sei que hoje os índios lutam pelos seus direitos e exigem respeito, por que eles apenas querem manter sua cultura, assim como eu tenho o direito da LIBERDADE DE EXPRESSÃO, eles também têm. Eles têm grande participação na cultura brasileira e na história de cada brasileiro.
Temos a marca da EXPLORAÇÃO dos índios e da GANÂNCIA e BRUTALIDADE dos colonizadores.

Com certeza temos muito a aprender com eles!

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Caminhada ao Morro das Aranhas

Nome: João Victor e Matheus
Turma: 62

        No dia 07 de julho de 2017 nós fomos a saída de campo do morro das Aranhas junto com os professores Luiz Elói e Luiza. No passeio vimos muitas coisas interessantes sobre os sambaquis e ciclo da água.
      Nós vimos duas nascentes, vários tipos de árvores, barulhos de bichos, pedras diferentes e raízes de árvores pelo chão. No caminho antes da trilha para o morro das Aranhas vimos construções de prédios, rachaduras feitas pelos povos dos Sambaquis e inscrições rupestres.

Tipos de rochas: granito e diabásio. As rochas antigamente eram usadas pelos sambaquieiros há mais ou menos 1.000 anos atrás para fazer armas pre-históricas.

Morro das Aranhas

T: 62               NOME: Julia Borges e Nathalia Ferreira.

Saída e retorno da escola. Destino: Topo do Morro das Aranhas (246m. de altitude). Caminhada de 4.500m (ida e volta) em tempo total de 4h.
Na caminhada ao topo do Morro das Aranhas no dia 7 de Julho de 2017 passamos por diferentes paisagens como: área urbanizada, restinga, praia, costão, encosta e topo com os alunos da turma 62 e os professores Luiz, Luiza e Elói.
Os alunos formaram grupos de trabalho e tiveram a oportunidade de desenvolver procedimentos de pesquisa tais como: observação, registro de dados e informações mais sistematizados e nossas impressões sobre a realidade estudada.
Chegando ao topo podemos ver todo o bairro do Santinho e também lanchamos lá no topo. Enquanto lanchamos os professores, falaram sobre a caminhada e também vários alunos acharam suas casas lá de cima.
Quando descemos, apostamos uma corrida e fomos embora, alguns pegaram carona com a professora Luiza quem iria pegar ônibus.
Essa experiência foi muito divertida e com meus amigos foi mais divertido e engraçado nós gostamos muito.

Caminhada ao Morro das Aranhas

Alexia, Caroline Dutra,  Danyara e Maurhen
PROFs.: Eloisio, Luiza e Luiz

No dia 07 de julho de 2017 os alunos da turma 62 fizeram uma saída de estudos ao topo do Morro das Aranhas. O dia estava ensolarado, o céu estava limpo com algumas nuvens, muito calor, mas tinha algumas sombras no morro. Foi meio cansativo, mas valeu à pena, pois aprendemos muitas coisas sobre o ciclo da água e os Povos dos Sambaquis e suas inscrições rupestres que mostram um pouco mais sobre esses povos antigos que viviam aqui no litoral de Santa Catarina.



O Morro das Aranhas tem muitas nascentes e placas explicando sobre o que teve naquele lugar.


Os Povos dos Sambaquis viviam da pesca, coleta de moluscos e de alguma caça, como o alimento no litoral era muito farto, esse povo não precisava ficar se mudando. Mais deveriam ter cuidado para escolher os lugares onde ficavam, pois podia ser muito elevado ao mar.


Os Sambaquis significam monte de conchas. Sambaqui é um nome dado aos sítios arqueológicos, formados por montes de conchas e moluscos além de ossos humanos e de animais.

 



segunda-feira, 14 de agosto de 2017

RELATÓRIO DA CAMINHADA AO MORRO DAS ARANHAS

GRUPO: Julia Rosa, Sthela Silva e Thaissa Carvalho.
 Professores: Luiz, Luiza, Thiago e Karla.
Turma: 63

No dia 29 de junho de 2017, saímos da escola às 08:00 horas, destino: Morro das Aranhas. Nosso objetivo era chegar ao topo do morro, para aprender um pouco sobre ciclo da água. No caminho vimos três nascentes, passamos por muitas folhas e plantas estranhas.
No início do caminho o nosso professor de história, Thiago, começou a explicar para a gente sobre os Povos dos Sambaquis e ele mostrou rochas com desenhos e pedras que eles fabricavam suas armas.
Chegamos ao topo bem cansados, mas valeu a pena, pois tinha uma vista linda. Fizemos um piquenique e depois de comer vimos as dunas, nossas casas e o bairro Rio Vermelho.

            A opinião da Thaisa: vimos muitos rios, desenhos dos sambaquis, foi cansativo porque cheguei em casa sem sentir minhas pernas.
         A opinião da Julia Rosa: vimos plantas estranhas, animais e foi muito cansativo, mas fora isso, foi bem legal.
     A opinião da Sthela: eu vi muitas dunas, o bairro do Rio Vermelho e nossas casas. Foi bem cansativo, mas foi legal.


...Esperamos ter mais um passeio assim algum dia no futuro...