terça-feira, 1 de agosto de 2017

Relatório da caminhada ao Morro das Aranhas

Grupo: Leticia Borges , Kimberlin  dos  santos
Data: 07/07/17 – Turma 62

No dia 07 de julho de 2017, fizemos uma caminhada ao topo do Morro das Aranhas das 13:25 até as 17:10. Vimos inscrições rupestres e oficinas líticas e uma linda paisagem.

No início da caminhada achamos uma tartaruga.


No caminho tinha diferentes fungos, uns com espinhos e outros não, tinha também nascentes, tiramos fotos, como essa no topo da trilha.



Durante a nossa caminhada caímos, passamos mal, rimos, ouvimos os pássaros, grilos, vimos ninhos, achamos esperma de sapo, comemos, vimos uma linda vista de lá de cima das praias, do Santinho, Ingleses, Moçambique e Canasvieiras, além de aprendermos coisas novas.

Caminhada ao topo do Morro das Aranhas


Grupo: Isabela Coelho Pinheiro e Julia Beatriz Santos
Turma:62
Disciplina: Geografia
Professor: Luiz de Vasconcellos

  No dia 07 de julho de 2017 a turma 62 fez uma saída de estudos com destino ao topo do Morro das Aranhas, fomos acompanhados pelos professores Luiz/Geografia, Eloi/História e Luiza/Ciências.
 Nós vimos oficinas líticas feitas na rocha chamada diabásio, também vimos inscrições rupestres feitas pelos povos Sambaquieiros e algumas nascentes.


Inscrições rupestres



                  


Nascentes




O Morro das Aranhas é composto por diferentes tipos de rochas como por exemplo o diabásio e o granito.
Quem são os povos Sambaquieiros e como vivam?

 Os povos Sambaquieiros habitavam o litoral de Santa Catarina há mais ou menos 8 mil e 1.500 anos, eles viviam de pesca, coleta de moluscos e caça. Eles moravam perto das praias para poder conseguir o seu alimento, eles tomavam cuidado para escolher o lugar onde iam viver, escolhiam lugares elevados para ter água doce mais ainda perto de praias.

O que são Sambaquis?

 São “montes de conchas” feitos de ossos humanos e de animais, conchas e moluscos. Também usados como Monumentos Funerários. Quando os Sambaquis foram estudados foram encontrados colares de conchas, amoladores, instrumentos cortantes, restos de animais marinhos, répteis e ossadas humanas. No estado de Santa Catarina existem os maiores Sambaquis do mundo que chegam a ter centenas de metros de largura e aproximadamente 25 metros de altura, com aproximados 5.000 anos.

A vegetação


A vegetação que nós vimos na beira da praia são plantas adaptadas à água do mar e areia da praia, já a vegetação do morro é adaptada à superfícies rochosas e solos.




Vegetação no Morro das Aranhas

Caminhada ao Morro das Aranhas

Nomes: Moises Buzanin de Aguiar e Gabriel Arthur da Luz - Turma 62
E.B.M. MARIA TOMÁZIA COELHO - SANTINHO - Florianópolis

No dia 07 de julho de 2017 os alunos da turma 62 realizaram uma saída de estudos ao topo do Morro das Aranhas. Ao longo do caminho encontramos rochas que Sambaquieiros utilizaram ao longo de mais ou menos 1.000 anos atrás como oficinas líticas e, no lado contrário vimos inscrições rupestres nas pedras.

No caminho ainda pudemos observar o processo erosivo das rochas. Elas esquentam durante o dia com o calor do Sol e resfriam à noite diversas vezes até se racharem e continuam fazendo isso até se romperem e ainda quebrarem. Também pudemos enxergar as ondas batendo com alta velocidade nas pedras o que intensifica o desgaste dessas rochas. Ainda ali perto, vimos diversas colorações de rochas que podem chegar a indicar o seu nome, como o Granito e Diabásio.
Ao longo da trilha vimos muitas coisas que chamaram nossa atenção e de todos os alunos da turma 62, como nascentes, ovos de anfíbios, paisagens naturais, etc.
Mais para cima, quase no topo do Morro vimos várias árvores grandes e de diferentes tipos com suas raízes para fora da terra.
No topo tivemos uma visão quase inteira dos bairros de Ingleses e Santinho e também um pouco do Rio Vermelho e Muquém.

Contando com a ajuda dos professores Eloisio, Luiz e Luiza. Agradecemos a sua atenção e também agradecemos aos professores nos levarem à uma saída de estudos tão legal. ;]

Caminhada ao Morro das Aranhas

Nomes: Nicolas, Yako, Luis Felipe                                                               Turma:63




Vista do bairro Rio Vermelho e praia do Moçambique


Dia 29/06/2017 fizemos uma caminhada com destino ao Morro das Aranhas com os professores: Luiz, Luiza, Tiago e Karla junto com a turma 63. No começo da caminhada passamos por dois tipos de rochas que se chamam granito e diabásio. Logo depois passamos por inscrições rupestres que foram feitas pelos Povos Sambaquis. Será que essas inscrições rupestres eram usadas para agradecer ao mar? Subindo mais um pouco nós vimos uma planta com vagens e sementes dentro delas. Logo na frente vimos uma nascente de água e alguns animais por perto. Chegando ao topo do Morro das Aranhas a turma viu os bairros do Santinho, Ingleses, Rio Vermelho, parte de Canasvieiras e do Sul da Ilha e a praia do Moçambique.

Trilha do Morro das Aranhas

Em 2017 a caminhada ao topo do Morro das Aranhas,  com os alunos dos sextos anos contou com a participação dos profs. Luiza (Ciências), Eloisio Lopes Felipe e Tiago (História), Luiz de Vasconcellos Ferreira (Geografia) e Karla Lohn (Orientadora Educacional).

Os textos produzidos pelos alunos relatam algumas de suas observações. Para preservar ao máximo a integridade e originalidade dos textos produzidos, foi adotado um critério menos formal de correção.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Alunos de Florianópolis produzem filmes para debater o consumo.

Nesta quinta-feira, 25 de maio de 2017, às 20 horas, serão lançados no auditório da Escola Municipal Maria Tomázia Coelho nove filmes de curta-metragem produzidos pelos alunos do Núcleo de Cinema MTC. Os estudantes foram orientados pelos professores Andressa Danielle Silva, Ednéia Patrícia Dias e Eloísio Lopes Felipe, com a coordenação do prof. Luiz de Vasconcellos Ferreira. Com base no tema “Os jovens e o consumo” as equipes tiveram como objetivo compreender e questionar as consequências do consumo em nossas vidas.

Clique aqui para acessar matéria publicada no site da Secretaria de Educação de Florianópolis.


quarta-feira, 26 de abril de 2017

Obsolescência Programada

Leia alguns textos de alunos do 8° ano sobre Obsolescência Programada.


Eu acho que a obsolescência programada é boa para economia, pois ela faz com que compremos mais, dando mais lucro para as empresas. Porém é ruim para o planeta e para nós, pois para conseguir a matéria-prima para fabricar os produtos eles acabam desmatando florestas e acabando com várias delas que são importantes para nós. Logo após extraírem a matéria-prima, eles enchem os produtos de elementos tóxicos que podem fazer mal a nossa saúde e ainda na produção destes produtos acabam espalhando fumaça tóxica pelo ar. Após todos estes danos ao meio ambiente, esses produtos são muito comprados e consumidos pelas pessoas. Alguns desses produtos, como celulares, computadores e etc, em pouco tempo de uso dão algum problema ou são substituídos por um mais novo. Assim fazendo as pessoas jogarem o antigo produto fora e causando mais lixo. Em alguns países o lixo é queimado, provocando mais poluição e destruindo nosso planeta aos poucos. Assim, a obsolescência programada é ruim para o planeta e também a nós seres humanos.


Amanda Pacheco
Turma 82


O que eu penso sobre a obsolescência programada


Eu penso que a obsolescência programada é favorável somente para o produtor e não para o consumidor, sendo assim a obsolescência programada não é uma ação boa, pois a cada dia que passa ela prejudica mais o consumidor.
Existem três tipos de obsolescência programada, a física, a tecnológica e a de estilo. As três prejudicam o consumidor, pois as três estão incluídas em um dos produtos que o consumidor mais usa hoje em dia, o celular.
Na minha opinião, a obsolescência programada foi uma ação muito inteligente da parte dos produtores porque ela não é usada apenas nos celulares, mas em outros produtos também, e eles estão lucrando bastante com ela.
Mas a obsolescência programada continua sendo prejudicial para o consumidor que está gastando cada vez mais, sem falar nos danos que ela causa à natureza para fazer mais e mais produtos.
CONCLUSÃO: A obsolescência programada é conveniente somente para o produtor e prejudicial para o consumidor e para a natureza também.
Emilly Locks  -  Turma: 82


Minha opinião sobre a obsolescência programada.


A obsolescência programada foi criada com o intuito de aumentar ainda mais a sociedade consumista a qual vivemos, porque as empresas já criam um determinado produto com certa validade, para que, em minha opinião, possa fazer com que as empresas ganhem mais, por conta de uma nova atualização ou modelo ser lançado, fazendo com que o outro determinado produto perca o seu real valor.
E a obsolescência acaba tendo dois lados, o ruim e o bom, o bom é que a empresa acaba obtendo lucro com isso e o ruim é que o comprador tem o produto e o nosso dinheiro desvalorizado.

Josiela Santana - Turma 82




Qual é a minha visão sobre obsolescência programada


Essa pergunta me pegou de jeito, eu penso que a obsolescência é uma coisa ruim, mas muito ruim mesmo. Porque ela não só afeta a sociedade em relação à economia mas também à natureza.
As empresas fabricam novos materiais  eletrônicos não duráveis propositalmente para que quando alguém comprar, ele quebre. Então a empresa lança um modelo novo para que novamente o consumidor compre e gaste mais.
Isso é muito ruim, porque, primeiro a sociedade gasta muito dinheiro e as empresas só lucram e ficam nesse círculo vicioso e faz com que apenas um lado saia ganhando.
Em minha opinião  vejo que as pessoas quando tem um celular de uso bom e necessário jogam ele fora, só pelo fato das propagandas  lançarem um novo modelo.
                                                    
E como tinha mencionado no começo, a natureza é muito prejudicada, porque para fazerem esses eletrônicos, é necessária muita matéria-prima e fico triste com isso, pois estamos prejudicando o lugar em que vivemos os animais e pessoas que compartilham esse espaço.
E o inacreditável é que alguém compra, gasta seu dinheiro e depois joga no lixo. Como resultado, dinheiro é jogado fora e muita matéria-prima retirada da natureza e o ciclo continua.
Maria Fernanda Alves Sanches Valverde - Turma 82


Obsolescência programada
Para mim, Obsolescência programada nada mais é do que o consumo abusivo de alguns produtos gerando prazer e satisfação para nós consumidores, e lucros para as empresas.
É como se tudo girasse em torno de uma roupa celular, carro, etc. da moda e deixando cada vez mais de lado coisas que funcionam ou servem , para ter e adquirir coisas “modinha” como um carro  do ano ou um celular top .
Muitas das vezes não necessitamos, mas para nos incluirmos em um certo grupo social, compramos coisas totalmente desnecessárias. Por que todos tem e eu não posso ter? Ligamos mais para o que os outros dizem do que para o que realmente nos faz bem .
Isso gera um consumo abusivo, lucro para as empresas e satisfação para nós.
Vitória Marques Alonso - Turma 82


sexta-feira, 31 de março de 2017

Lagoa do Jacaré: que lugar é este?

Em 2006, alunos da Escola Maria Tomázia Coelho produziram o documentário Lagoa do Jacaré: que lugar é este? (04' 48"), sobre esta área de proteção ambiental localizada aos fundos da Escola. A produção do filme contou com as parcerias do Núcleo de Tecnologia Educacional da Secretaria Municipal de Educação e do Núcleo de Televisão Digital Interativa do curso de jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina.