segunda-feira, 14 de agosto de 2017

RELATÓRIO DA CAMINHADA AO MORRO DAS ARANHAS

GRUPO: Julia Rosa, Sthela Silva e Thaissa Carvalho.
 Professores: Luiz, Luiza, Thiago e Karla.
Turma: 63

No dia 29 de junho de 2017, saímos da escola às 08:00 horas, destino: Morro das Aranhas. Nosso objetivo era chegar ao topo do morro, para aprender um pouco sobre ciclo da água. No caminho vimos três nascentes, passamos por muitas folhas e plantas estranhas.
No início do caminho o nosso professor de história, Thiago, começou a explicar para a gente sobre os Povos dos Sambaquis e ele mostrou rochas com desenhos e pedras que eles fabricavam suas armas.
Chegamos ao topo bem cansados, mas valeu a pena, pois tinha uma vista linda. Fizemos um piquenique e depois de comer vimos as dunas, nossas casas e o bairro Rio Vermelho.

            A opinião da Thaisa: vimos muitos rios, desenhos dos sambaquis, foi cansativo porque cheguei em casa sem sentir minhas pernas.
         A opinião da Julia Rosa: vimos plantas estranhas, animais e foi muito cansativo, mas fora isso, foi bem legal.
     A opinião da Sthela: eu vi muitas dunas, o bairro do Rio Vermelho e nossas casas. Foi bem cansativo, mas foi legal.


...Esperamos ter mais um passeio assim algum dia no futuro...

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Relatório da caminhada ao topo do morro das Aranhas

INTEGRANTES: João Gabriel, Nicolas, Guilherme, Otavio e Gabriel.
Turma: 61

Nós fomos ao topo do Morro das Aranhas com os professores: Eloi, Luiza e Luiz. Nós fomos para aprender sobre quem vivia antigamente em nossa praia do Santinho. Nós aprendemos sobre as inscrições rupestres de nossa ilha.     
Foi divertido aprendemos sobre nossos ancestrais aprendemos também sobre frutos, árvores, animais, sobre a água, etc... Foi bom por que nós tivemos que desenvolver procedimentos de pesquisa como: observação, registro de dados e informações mais sistematizadas e nossas impressões pessoais sobre a realidade estudada.
Quando nós subimos no Morro das Aranhas era alto e tinha 246 m de altitude e a caminhada foi de 4.500 metros de ida e volta e o tempo total de 4 horas.

Vejam algumas fotos!



Relatório da caminhada ao topo do Morro das Aranhas

Turma: 61
Grupo: Kauany, Luana, Shakira, Izabelli, Juliana.

No dia 07 de Julho de 2017, subimos o morro das Aranhas com os professores: Maria Luiza Godoy, professora de ciências; Eloisio Lopes, professor de historia; e Luiz de Vasconcellos, professor de geografia.
Para que fomos: para termos mais conhecimentos e aprendermos mais sobre onde moramos e muito mais como: quem era e como viviam os Povos dos Sambaquis, ver inscrições rupestres, etc...
A trilha começa pela praia do Santinho e logo quando começa a subir um pedacinho, já conseguimos avistar as rochas com as inscrições rupestres deixadas pelos Povos dos Sambaquis. Tendo um pouco mais de atenção conseguimos ver rochas perto do mar também com marcas deixadas pelos Povos dos Sambaquis, quando fabricavam suas ferramentas e armas. Exemplos: machados, lanças, martelos, etc... 
Chegando ao começo da trilha podemos ver que há uma grande subida com algumas dificuldades por causa das pedras. Não podemos esquecer que quem limpa a trilha são os funcionários do hotel Costão do Santinho, que faz a trilha ser um espaço cultural.
No meio da trilha encontramos algumas nascentes e já observamos uma espuma dentro da nascente que seria, esperma de sapo. Também observamos algumas tocas deixadas pelos animais.
Como foi:
Para nós foi uma experiência muito legal e gostosa de aprender. Porque nem todas as pessoas tem essa oportunidade de descobrir a sua origem e saber um pouco mais sobre onde mora.  Para a gente a parte mais interessante e legal de se observar foi quando, chegamos ao topo e vimos uma bela paisagem que mostrava a praia do Santinho, praia Brava, um pequeno pedaço da praia do Moçambique e uma parte de Florianópolis. E uma dica: olhar a paisagem com um binóculos.

E com todo esse conhecimento foi muito gratificante fazer a trilha do Morro das Aranhas. Agora as fotos que foram tiradas no Morro das Aranhas.



Foto tirada no topo do Morro das Aranhas


Foto tirada na nascente


Inscrições rupestres

CAMINHADA AO MORRO DAS ARANHAS

Grupo: Anna Julia, Eduarda Casales, Lavinia Moreno, Maynara Beatrice Ferreira e Raissa Vitoria.
No dia 07 de Julho de 2017, a turma 61 fez uma saída de estudos ao Morro das Aranhas com os professores Eloi, Luiza e Luiz. Fizemos essa saída para estudarmos o espaço geográfico, as rochas, o espaço urbanizado, casas, prédios, até mesmo a passarela na qual atravessamos e vimos inscrições rupestres feitas pelos Sambaquieiros, a praia, elementos naturais, culturais e etc. Vimos coisas variadas como por exemplo, nascentes, esperma de sapos ,orelha de pau(um fungo),piolho de cobra.
O dia estava super ensolarado, mas o morro estava úmido demais, o que obviamente facilitou nossos tombos. Precisamos assumir também que não paramos de falar nem por um segundo (sério, nem um milésimo de segundo mesmo!). Levamos vários tombos e na volta, cantamos muito e segundo os professores, espantamos todos os animais à nossa volta e até os que não estavam também.

Subimos (reclamando muito, inclusive) mas todos os segundos valeram muito à pena quando chegamos lá em cima e conseguimos comer (temos que assumir também porque ninguém é de ferro, estávamos morrendo de fome e de cansaço). Brincadeiras à parte, a melhor parte com certeza foi aquela vista incrível!!!!!!








terça-feira, 8 de agosto de 2017

Morro das Aranhas

NOME: Davi Sodré Nunes, Douglas Antonio  Libano e Miguel Augusto Machado.
Turma: 62 - Professores: Luiz, Luiza e Elói.

       No dia 07 de julho de 2017 fizemos uma caminhada ao topo do Morro das Aranhas com os professores Luiz, Elói e Luiza. Nós saímos da escola às 13:15 e voltamos às 17:15. Foi muito legal, a gente brincou de várias coisas, comemos, corremos, rimos e caímos. No caminho a gente viu vários tipos de vegetação diferentes, duas nascentes no morro, além de várias paisagens diferentes, algumas bem secas outras úmidas e molhadas, algumas árvores mais altas e outras mais baixas. No começo do caminho também vimos inscrições rupestres, o dia estava ensolarado o céu estava limpo e com poucas nuvens, tinha alguma sombra no morro, vimos oficinas líticas usadas pelos Sambaquieiros para amolar as armas.

Saída ao topo do morro das Aranhas

Grupo: Carolline Siqueira, Diully Souza, Darlete Santos, Iasmin.
Prof: Elói, Luiz e Luiza.

No dia 07 de julho de 2017 a nossa turma 62, fez uma saída de estudos ao Morro das Aranhas. Foi uma caminhada de 4 km e o morro tinha 246 m de altitude, foi um pouco cansativo mais valeu à pena, estava um dia ensolarado com algumas nuvens e sombra, nós aprendemos muitas coisas sobre os Sambaquieiros, povos que aqui habitavam há muitos anos atrás. Vimos onde eles faziam suas ferramentas de pedra e aprendemos um pouco sobre as praias da região. Os Sambaquis são monte de conchas e o nome Sambaqui foi dado a esses sítios pré-históricos formados pela acumulação de conchas, moluscos e ossos de animais. Os Sambaquieiros viviam da pesca, da coleta de moluscos e de alguma caça. Eles também ficavam próximos à praia onde tinha algumas fontes de água doce e viviam de 30 a 35 anos em média e enquanto os homens tinham por volta de 1,60m, as mulheres tinham 1,50m de altura. Também vimos inscrições rupestres e muitas paisagens culturais e naturais.

Durante a caminhada vimos pequenas nascentes com água bem gelada. Ao chegar ao topo, vimos três praias, Santinho, Ingleses e Moçambique. Lá lanchamos e depois disso, subimos em cima de uma pedra e apreciamos uma vista linda. Lá em cima vimos que as ondas do mar se movimentavam mais devagar.  Na descida foi divertido e bem cansativo. Quando chegamos na areia da praia apostamos uma corrida bem divertida.  A subida e a descida foram cansativas, mas valeu muito à pena. 

Relatório da caminhada ao Morro das Aranhas

Grupo: Giovana, Ivia, Nicolly e Paula.  
Turma: 62

No dia sete de Julho de 2017 a turma 62 fez uma caminhada ao topo do Morro das Aranhas  com os professores Eloi, Luiz e Luiza. Foi uma caminhada de estudos, para aprendermos  sobre os Povos dos Sambaquis, o ciclo da água, as rochas e os sons da natureza.
Os Povos dos Sambaquis viveram entre 5.000 mil à 7.000 mil anos no litoral catarinense e até hoje existe um sambaqui em Laguna e em vários outros lugares. Eles viviam da pesca, da coleta de moluscos e da caça e produziam suas armas com uma rocha chamada Diabásio. Eles faziam os sambaquis que são montes de conchas. Esses povos também deixaram suas marcas inscritas nas rochas, as inscrições rupestres. As inscrições rupestres ou petróglifos são sítios arqueológicos caracterizados por figuras ou formas geométricas gravadas ou pintadas nas rochas. No litoral de Santa Catarina apresentam-se sempre gravados formando sulcos que marcavam os desenhos.

Nessa saída de estudos vimos nascentes, como na foto abaixo. Nascentes são lugares onde os rios começam.



Vimos rochas de Diabásio, onde os sambaquieiros afiavam seus instrumentos, como na foto a seguir.


Também vimos piscinas naturais. As piscinas naturais são feitas pela água do mar e são habitadas por alguns animais, que nelas se reproduzem.  A foto abaixo mostra uma das piscinas naturais que fica na praia do Santinho.


Gostamos muito do passeio e gostaríamos de agradecer aos  professores Luiz, de geografia, Eloisio, de história e Luiza, de ciências.

Muito obrigado!

Relatório da subida ao morro das Aranhas

Turma: 63
Grupo: Talysson, João Guilherme.
Professores: Luiz, Luiza, Tiago e Karla.

Um dia meu professor disse que a gente ia ao Morro das Aranhas. Quando eu estava subindo com meu parceiro e a sala inteira, passamos por vários obstáculos, vimos nascentes, vimos gralha azul e outros animais, vimos várias plantas diferentes com várias cores interessantes.

Quando chegamos lá em cima comemos um lanche, e vimos uma vista maravilhosa que dava para ver os bairros do Santinho e dos Ingleses. Depois de comermos, começamos a descer e algumas pessoas caíram no chão porque era muito íngreme e escorregadio. Quando conseguimos descer fomos para a escola e depois acabamos nossa caminhada.

FIM

Opinião do João Guilherme: Foi muito legal e cansativo mas valeu a pena quando chegamos ao topo.
Opinião do Talysson: Foi muito legal, eu gostei muito e também cansei muito.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Morro das Aranhas

Kawã C. e Matheus M. - turma: 63


No dia 29 de junho de 2017, saímos da escola com destino ao Morro das Aranhas. Quando chegamos à praia a professora falou sobre vários tipos de animais aquáticos. Depois subimos ao começo da caminhada e tinham pedras inscritas pelos povos dos Sambaquis.
No caminho vimos uma nascente com girinos e depois de muita caminhada chegamos ao topo do morro. Nós paramos pra comer e quando terminamos o professor nos levou para uma pedra para vermos uma paisagem da cidade toda.
Ao final, voltamos para a escola.

Fim.

RELATÓRIO DO MORRO DAS ARANHAS

GRUPO: MARIA ELOISA, JULIA EMANUELLI, LARISSA, SUELLEN, KAYKE

TURMA:63

No dia 29 de junho de 2017 fomos numa caminhada de saída de estudos para o Morro das Aranhas.
No Morro das Aranhas tinha muitas coisas legais para estudarmos, foi quase a turma toda e alguns professores para ensinar algumas coisas sobre lá, vimos também nascentes, passamos por rochas com desenhos que se chamam inscrições rupestres e objetos dos povos dos Sambaquis. O morro que subimos tinha 246 metros de altitude. Os Sambaquieiros, povo autóctone que se fixou no litoral de Santa Catarina por volta de 7.000 anos atrás.
Além das inscrições rupestres, foram os responsáveis pela produção de uma vasta cultura material lítica, na qual se destacam machados, pilões, pontas de flechas e zoólitos (animais de pedra). 



Essa foto mostra as inscrições rupestres.

    Arte rupestre é a denominação para os desenhos e inscrições realizadas pelos homens da era pré-histórica de um modo geral essas gravuras estão localizadas em paredes, tetos e outras superfícies rochosas. Alguns desses desenhos datam de mais de 10 mil anos atrás.


No Morro das Aranhas encontramos pequenos riachos que pareciam cachoeiras, perguntamos para nosso professor Luiz, ele nos falou que aquele pequeno riacho fazia parte do ciclo da água. Aquela nascente se formava no topo e escorria de cima do morro pelas pedras até chegar ao mar. No caminho também encontramos sementes de trepadeira.