terça-feira, 14 de abril de 2015

Vai ter peixe amanhã?

Filmado em Florianópolis e Itajaí em 2013 e 2014, tendo como pano de fundo a pesca da Tainha, o documentário de curta-metragem apresenta entrevistas com pescadores artesanais, poder público e empresários que expõem sua visão sobre sustentabilidade pesqueira.
        Em meio à polêmica criada em janeiro deste ano com o bloqueio do porto de Itajaí num movimento contrário à publicação da portaria nº 445, de 17 de dezembro de 2014, que proibiu a captura de diversas espécies, “Vai ter peixe amanhã?” procura trazer sua contribuição. Afinal, além de sua importância econômica e social, a pesca da Tainha está integrada ao modo de vida e à cultura do litoral catarinense.


“Vai ter peixe amanhã?” é uma realização do Núcleo de Cinema da E. B. M. Maria Tomázia Coelho, cujo principal objetivo é proporcionar aos alunos a aprendizagem de novos conhecimentos por meio da produção de conteúdos audiovisuais.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

KOYAANISQATSI

O filme trata de uma série de imagens como paisagens e cidades dos Estados Unidos. O filme não tem nenhum tipo de diálogo. Eu acho que o filme quis mostrar que o mundo já não é mais como antes. Muitas paisagens estão sendo destruídas por máquinas para construírem prédios ou fábricas nesse lugar. A falta de narração ou diálogo no filme pra mim quer dizer que com todas as tecnologias que foram aparecendo as pessoas deixaram de se comunicar. Muitas vezes a gente não percebe o que o mundo se tornou depois das tecnologias. Às vezes temos que ver o mundo em "câmera lenta" para perceber o que está acontecendo realmente.

Uma curiosidade: na língua Hopi, Koyaanisqatsi significa "vida maluca, vida em turbilhão, vida fora de equilíbrio, vida se desintegrando, um estado de vida que pede uma outra maneira de viver".

Evelyn Rodriguez

Turma:91

sábado, 28 de março de 2015

Koyaanisqatsi


O filme no começo foi muito “esquisito”, pois um filme sem uma história com personagens e falas é bem diferente, mas depois de um tempo eu passei a gostar. Foi um dos melhores filmes que já vi. Depois de um tempo você percebe que tudo faz sentido, que as imagens se encaixam umas nas outras nos mostrando situações que passam totalmente despercebidas no dia-a-dia.
O filme mostra exatamente o dia de hoje e antigamente e como foi modificado nos fazendo parar e perceber como eu passo por essas situações e “nem dou bola” ou nem mesmo vejo.
É incrível como ele mostra a desigualdade social, a nossa rotina toda programada por máquinas e que a comparação de um monte de salsicha sendo levadas e embaladas por máquinas mostra a nossa vida. Esse filme faz você acordar e querer mudar essa rotina que nós levamos.

Heloiza Silveira

Turma 91

Koyaanisqatsi

Novamente os alunos do nono ano assistiram ao filme Koyaanisqatsi (1983), de Godfrey Reggio. Filmado entre 1977 e 1982, Koyaanisqatsi, mais do que um convite, faz uma provocação ao espectador levando-o refletir sobre sua própria vida e sobre as consequências do atual modo de vida.
Assim como anteriormente, os alunos produziram os textos que apresentamos a seguir.




quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Aula ao ar livre.

No dia 18 de agosto, programamos uma saída de estudos no Morro das Aranhas. Saímos do colégio as 13:15, caminhamos pela praia do Santinho até as pedras e o professor Luiz (de geografia) nos propôs que achássemos  brunidores. Nós achamos e o professor explicou novamente que aquilo servia para polir as pedras. Logo após a turma subiu em um espaço de madeira em cima para observar as inscrições rupestres. Já estavam gastas e também não sabíamos identificar exatamente o que era.
  Quando começamos a subir, num ritmo lento, consegui observar várias espécies de plantas, muitas pedras e algumas nascentes. Perguntei ao professor se era normal ou só naquela ocasião, depois de chuva. Ele explicou que os morros sugam muita água durante a chuva para que possa “regar” todas as árvores, plantas e etc. E ao longo do tempo a água que fica acumulada nos morros é eliminada formando nascentes. Depois disso foi bem interessante, fomos conversando sobre vários assuntos.
Ao chegarmos ao topo fizemos o lanche. Enquanto lanchamos, o professor nos mostrou e explicou sobre a restinga, indicou nossa escola, a Lagoa do Jacaré e outras coisas que ficavam próximos de nós em nosso dia-a-dia.
 Ao começarmos nossa descida várias pessoas quase caíram, mas nada grave. Eu,minha amiga Marina Chamorro, o professor Luiz e a mãe de uma outra aluna fomos num ritmo mais lento, a ponto de em alguns pontos não ouvirmos as vozes da turma. E começamos a falar e observar que a maioria das pessoas não percebia as coisas a sua volta, as árvores a natureza e como a INTERNET interfere na vida dos jovens dessa geração. Além disso nós estávamos mais para trás vimos uma “semente” ou sei lá o que, soltou uns pelinhos, talvez fossem  espinhos que ficaram grudados na pele dela, e o professor disse que poderia ser um modo de defesa (bem massa).
 Depois descemos o resto do morro, paramos nuns baquinhos e depois fomos para a escola.

FIM =)



Maria Medeiros – turma: 61

Caminhada ao morro das Aranhas

No mês de agosto os alunos dos sextos anos fizeram uma caminhada ao topo do morro das Aranhas, nas proximidades de nossa escola. Essa atividade é parte do planejamento das disciplinas de geografia e história, ministrada pelo prof. Elói.
Além de proporcionar aos alunos a oportunidade de entrar em contato com a natureza, pudemos também observar vestígios arqueológicos dos chamados povos do Sambaqui, como oficinas líticas e inscrições rupestres. Ao chegarmos no topo do morro, além da bela vista, os alunos conheceram um pouco da história geomorfológica da ilha de Santa Catarina e, em especial, da região onde a Escola está situada.



Oficina lítica no início da caminhada.

Bairros do Santinho e dos Ingleses vistos do topo.


domingo, 27 de outubro de 2013

Ter uma vida confortável e cheia de mordomias é bem legal, mas para que você possa viver essa vida, você precisa de aparelhos eletrônicos, automóveis, tecnologia de ponta..., uma vida considerada normal!. Mas esses objetos para serem fabricados precisam de recursos que foram extraídos da natureza e muitos desses recursos não são renováveis, dentre muito desses recursos não renováveis, o mais importante é o petróleo, um recuso indispensável na fabricação de muitos objetos como roupas, automóveis, armas... tudo isso é “necessário” para nossa sobrevivência, mas como tudo na vida tem seu preço, nosso consumo desenfreado também tem suas consequências boas e ruins.

  Muitas pessoas dão suas vidas para te dar tudo que você utiliza no seu dia a dia e muitas vezes essas coisas são jogadas no lixo sem necessidade. Tudo isso para comprar outo objeto que será jogado no lixo, talvez até muito antes do que se deveria, só para você mais uma vez jogar fora para se manter na “moda”. Mas, mal sabe você que para fabricar um notebook, pessoas podem ter morrido ou pegado doenças que as prejudicarão essas pessoas para o resto das suas vidas. Muitos desses recursos também são literalmente arrancados de seus países porque o país vizinho estava precisando e, nesse processo de exploração de riquezas naturais em outros territórios, pode ter muitas mortes em guerras provocadas por países vizinhos atrás de recursos naturais, esse é o mundo em que vivemos hoje, onde o poder e o dinheiro mandam sempre!

 

Aluno: Hans Luca Barbosa - Turma 83

terça-feira, 22 de outubro de 2013


Hoje em dia a energia elétrica é usada para tudo e é essencial para o nosso dia-a-dia. Cada vez mais dependemos da eletricidade para tudo: conservar alimentos, esquentar comida, recarregar celulares e computadores, tomar banho, entre outras coisas. Mas de onde vem essa energia que usamos sem nos preocupar? ela não se forma do nada. Ela vem de usinas hidroelétricas, campos eólicos, usinas nucleares, entre outros lugares. Algo que aconteceu aqui no sul recentemente é que choveu menos durante o inverno, desativaram a usina hidroelétrica e ativaram a termoelétrica, logo o preço da luz aumentou devido aos maiores gastos com carvão. e esse carvão também não surge do vento. A mineração de carvão é bastante perigosa para a saúde, já que a chance de pegar doenças de trabalho é 9 vezes maior do que qualquer outra atividade.

Alguns dados mostram que a Turquia estava no topo do ranking mundial de acidentes graves de mineração, com 119 mortes/ton. extraída, enquanto Criciúma estava no 10º lugar, com 0,39 mortos/ton. extraída.

 

Aluno: Santiago – Turma 81.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

SAÍDA DE ESTUDOS

 No mês de maio a turma 82 fez uma saída de estudos à Comcap. Ao chegar ao local fomos recebidos por uma instrutora chamada Camila. Antes de conhecermos o lugar, ela falou um pouco sobre lixo e como podemos separá-lo para reciclagem.

Esta saída de estudo tem a ver com a matéria que estamos estudando em geografia, o consumo. As pessoas consomem muitas coisas a mais do que o necessário, o que as leva ao consumismo. O lugar que visitamos já foi o lixão de Florianópolis, mas agora se tornou um lugar de transferência do lixo para um aterro sanitário localizado em Biguaçu e também de separação de recicláveis como: plástico (sacolas); caixas de papelão; papéis; vidros; metais; etc.
Todos esses materiais podem ser reutilizados ou reciclados. Quando falamos no caso de comidas, existe a compostagem, que serve para decompor os alimentos e transformá-los em adubo que depois é usado para plantar verduras e colocar em hortas.
Ah! E não poderia esquecer o Museu do Lixo.



Aluna: Elyane Kloss Coelho - Turma 82.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Visita à Comcap



A Turma 82 da escola Maria Tomázia Coelho junto com o professor de geografia foi visitar a Comcap (Companhia de Melhoramentos da Capital), com o objetivo de acrescentar maiores conhecimentos à respeito do tema sustentabilidade, discutido em sala de aula. Sabendo que sustentabilidade é a forma de garantir a sobrevivência das gerações atuais e futuras, sem agredir os recursos naturais, não podemos deixar de pensar nas toneladas de lixo produzidas todos os dias em residências, comércios, fábricas, entre outros.
Pensando nisso, a Comcap faz o recolhimento e a separação correta do lixo, o material reciclável é encaminhado à fábricas que irão fazer seu reaproveitamento e o rejeito encaminhado ao aterro sanitário. Dentre os recicláveis tem os orgânicos, que a própria Comcap transforma em adubo e utiliza em horta que oferece alimento aos seus funcionários. Na Comcap tem um museu criado com objetos atuais e antigos retirados do lixo e aberto a visitação pública. Podemos concluir então, que é possível viver de forma sustentável, respeitando o meio ambiente e as formas de vida nela existente.


Aluna: Clara Luiza - Turma 82.