quinta-feira, 25 de junho de 2015

SAÍDA DE ESTUDOS AO MORRO DAS ARANHAS


A saída ao morro das Aranhas foi na segunda-feira, dia 11/05/15. Como o dia estava nublado, muita gente não tinha certeza de que iríamos à saída de estudos, mas o tempo foi melhorando aos poucos. No caminho, a gente foi pela praia para pegar um caminho mais rápido para o morro das Aranhas.
A gente viu e examinou pedras polidas e vimos inscrições rupestres. Lá de cima, conseguimos ver tudo. É muito lindo. Quando chegamos ao topo do morro fizemos um piquenique e depois o professor explicou algumas coisas sobre o relevo, as praias, explicou onde cada uma se localizava, mostrou onde a nossa escola estava e pediu a todos que tentassem localizar suas casas.
Nós achamos o passeio legal, só que algumas pessoas escorregaram, mas nada grave, foi divertido. Quando estávamos voltando, examinamos mais ainda as pedras polidas e falamos mais sobre elas.

Julia, Laura e Roberta.

Turma: 64
Saída ao morro das Aranhas

No dia 11 de maio, a turma 64 realizou uma saída de estudos ao morro das Aranhas, localizado no bairro do Santinho, junto com os professores Luiz, de geografia, e Elói, de historia, que nos deram a oportunidade de realizar essa saída.
Antes de começarmos a trilha o professor Luiz nos mostrou alguns tipos de pedra, como o granito, depois observamos o mar e a praia.


A praia estava meio vazia e o mar um pouco agitado, havia alguns pescadores e um pouco mais à frente vimos algumas inscrições rupestres feitas pelos sambaquieiros, os antigos habitantes do litoral catarinense.


Já na trilha, vimos um tipos de vegetação com muita variedade de árvores e flores. Todos estávamos cansados, mas conseguimos chegar no topo. 


Lá, lanchamos e ouvimos explicações dos professores sobre relevo, praias e bairros que podíamos observar do topo. Depois disso voltamos e vimos algumas pedras que os povos Sambaquieiros usavam para fazer suas ferramentas e às tocamos. Em fim voltamos para a escola.

Sofia Amadei , Emilly e Eduarda.
Turma: 64

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Relatório da saída ao “Morro das Aranhas”

No dia 11 de maio de 2015, os alunos da escola E.B.M Maria Tomázia Coelho do 6º ano, fizeram uma saída de estudos para o Morro das Aranhas, junto com os professores Luiz e Elói (Geografia e História).

Indo ao Morro das Aranhas

Para começarmos a fazer a trilha, tivemos que passar pela praia do Santinho, onde tinha pedras esculpidas pelos sambaquieiros. Nas pedras eles faziam as ferramentas que eles usavam no seu dia-a-dia, por exemplo: lanças, pratos e machados.


Pedra que os Sambaquieiros usavam para fazer suas ferramentas


Quando começamos a fazer a trilha, vimos uma pedra com inscrições que os Sambaquieiros fizeram.

Inscrição rupestre

Indo mais adiante, encontramos vários tipos de vegetação, por exemplo: árvores com raízes grandes e pequenas; plantas espinhosas e vários tipos de folhas. Também encontramos na trilha: vertentes com águas bem limpas; várias espécies de pássaros e borboletas.

Borboleta

Paramos algumas vezes para tomar água e descansar, porque a trilha é grande, cheia de pedras, galhos e troncos para desviarmos. Depois de muito tempo chegamos ao topo do Morro das Aranhas. Lá havia uma paisagem linda, que dava para ver três praias: Moçambique; Ingleses e Santinho, a nossa escola E.B.M Maria Tomázia Coelho, casas, a Lagoa do Jacaré e a “lomba” do Santinho.

Vista do topo do Morro das Aranhas

Depois fomos à outra trilha, onde tinha pedras em que subimos, e lá dava para ver as dunas e mais alguns morros.

Vista das dunas

Enfim... A conclusão é que quando fizemos a caminhada aprendemos muita coisa sobre os sambaquieiros e suas inscrições rupestres e sobre o tipo de pedra que eles usavam para fazer suas ferramentas, e aprendemos também sobre as diferentes formas do relevo. 

Nycoli e Stephanie Turma: 64/6º ano

terça-feira, 23 de junho de 2015

Caminhada ao topo do Morro das Aranhas - 2015.

Novamente os alunos dos sextos anos fizeram uma caminhada ao topo do morro das Aranhas, nas proximidades de nossa escola. Essa atividade é parte do planejamento das disciplinas de geografia e história, ministradas pelos professores Luiz e Elói.
Além de proporcionar aos alunos a oportunidade de entrar em contato com a natureza, pudemos também observar vestígios arqueológicos dos chamados povos do Sambaqui, como oficinas líticas e inscrições rupestres. Ao chegarmos no topo do morro, além da bela vista, os alunos conheceram um pouco da história geomorfológica da ilha de Santa Catarina e, em especial, da região onde a Escola está situada.
Os textos produzidos relatam algumas das observações feitas por eles.

terça-feira, 14 de abril de 2015

Vai ter peixe amanhã?

Filmado em Florianópolis e Itajaí em 2013 e 2014, tendo como pano de fundo a pesca da Tainha, o documentário de curta-metragem apresenta entrevistas com pescadores artesanais, poder público e empresários que expõem sua visão sobre sustentabilidade pesqueira.
        Em meio à polêmica criada em janeiro deste ano com o bloqueio do porto de Itajaí num movimento contrário à publicação da portaria nº 445, de 17 de dezembro de 2014, que proibiu a captura de diversas espécies, “Vai ter peixe amanhã?” procura trazer sua contribuição. Afinal, além de sua importância econômica e social, a pesca da Tainha está integrada ao modo de vida e à cultura do litoral catarinense.


“Vai ter peixe amanhã?” é uma realização do Núcleo de Cinema da E. B. M. Maria Tomázia Coelho, cujo principal objetivo é proporcionar aos alunos a aprendizagem de novos conhecimentos por meio da produção de conteúdos audiovisuais.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

KOYAANISQATSI

O filme trata de uma série de imagens como paisagens e cidades dos Estados Unidos. O filme não tem nenhum tipo de diálogo. Eu acho que o filme quis mostrar que o mundo já não é mais como antes. Muitas paisagens estão sendo destruídas por máquinas para construírem prédios ou fábricas nesse lugar. A falta de narração ou diálogo no filme pra mim quer dizer que com todas as tecnologias que foram aparecendo as pessoas deixaram de se comunicar. Muitas vezes a gente não percebe o que o mundo se tornou depois das tecnologias. Às vezes temos que ver o mundo em "câmera lenta" para perceber o que está acontecendo realmente.

Uma curiosidade: na língua Hopi, Koyaanisqatsi significa "vida maluca, vida em turbilhão, vida fora de equilíbrio, vida se desintegrando, um estado de vida que pede uma outra maneira de viver".

Evelyn Rodriguez

Turma:91

sábado, 28 de março de 2015

Koyaanisqatsi


O filme no começo foi muito “esquisito”, pois um filme sem uma história com personagens e falas é bem diferente, mas depois de um tempo eu passei a gostar. Foi um dos melhores filmes que já vi. Depois de um tempo você percebe que tudo faz sentido, que as imagens se encaixam umas nas outras nos mostrando situações que passam totalmente despercebidas no dia-a-dia.
O filme mostra exatamente o dia de hoje e antigamente e como foi modificado nos fazendo parar e perceber como eu passo por essas situações e “nem dou bola” ou nem mesmo vejo.
É incrível como ele mostra a desigualdade social, a nossa rotina toda programada por máquinas e que a comparação de um monte de salsicha sendo levadas e embaladas por máquinas mostra a nossa vida. Esse filme faz você acordar e querer mudar essa rotina que nós levamos.

Heloiza Silveira

Turma 91

Koyaanisqatsi

Novamente os alunos do nono ano assistiram ao filme Koyaanisqatsi (1983), de Godfrey Reggio. Filmado entre 1977 e 1982, Koyaanisqatsi, mais do que um convite, faz uma provocação ao espectador levando-o refletir sobre sua própria vida e sobre as consequências do atual modo de vida.
Assim como anteriormente, os alunos produziram os textos que apresentamos a seguir.




quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Aula ao ar livre.

No dia 18 de agosto, programamos uma saída de estudos no Morro das Aranhas. Saímos do colégio as 13:15, caminhamos pela praia do Santinho até as pedras e o professor Luiz (de geografia) nos propôs que achássemos  brunidores. Nós achamos e o professor explicou novamente que aquilo servia para polir as pedras. Logo após a turma subiu em um espaço de madeira em cima para observar as inscrições rupestres. Já estavam gastas e também não sabíamos identificar exatamente o que era.
  Quando começamos a subir, num ritmo lento, consegui observar várias espécies de plantas, muitas pedras e algumas nascentes. Perguntei ao professor se era normal ou só naquela ocasião, depois de chuva. Ele explicou que os morros sugam muita água durante a chuva para que possa “regar” todas as árvores, plantas e etc. E ao longo do tempo a água que fica acumulada nos morros é eliminada formando nascentes. Depois disso foi bem interessante, fomos conversando sobre vários assuntos.
Ao chegarmos ao topo fizemos o lanche. Enquanto lanchamos, o professor nos mostrou e explicou sobre a restinga, indicou nossa escola, a Lagoa do Jacaré e outras coisas que ficavam próximos de nós em nosso dia-a-dia.
 Ao começarmos nossa descida várias pessoas quase caíram, mas nada grave. Eu,minha amiga Marina Chamorro, o professor Luiz e a mãe de uma outra aluna fomos num ritmo mais lento, a ponto de em alguns pontos não ouvirmos as vozes da turma. E começamos a falar e observar que a maioria das pessoas não percebia as coisas a sua volta, as árvores a natureza e como a INTERNET interfere na vida dos jovens dessa geração. Além disso nós estávamos mais para trás vimos uma “semente” ou sei lá o que, soltou uns pelinhos, talvez fossem  espinhos que ficaram grudados na pele dela, e o professor disse que poderia ser um modo de defesa (bem massa).
 Depois descemos o resto do morro, paramos nuns baquinhos e depois fomos para a escola.

FIM =)



Maria Medeiros – turma: 61

Caminhada ao morro das Aranhas

No mês de agosto os alunos dos sextos anos fizeram uma caminhada ao topo do morro das Aranhas, nas proximidades de nossa escola. Essa atividade é parte do planejamento das disciplinas de geografia e história, ministrada pelo prof. Elói.
Além de proporcionar aos alunos a oportunidade de entrar em contato com a natureza, pudemos também observar vestígios arqueológicos dos chamados povos do Sambaqui, como oficinas líticas e inscrições rupestres. Ao chegarmos no topo do morro, além da bela vista, os alunos conheceram um pouco da história geomorfológica da ilha de Santa Catarina e, em especial, da região onde a Escola está situada.



Oficina lítica no início da caminhada.

Bairros do Santinho e dos Ingleses vistos do topo.